
Comece pelo diagnóstico completo da dívida
Reúna o contrato original, aditivos, extratos, comprovantes de pagamento, demonstrativo do saldo e propostas recebidas. O Relatório de Empréstimos e Financiamentos do Banco Central, acessível pelo Registrato, também ajuda a visualizar operações informadas por bancos e financeiras.
A conferência deve separar principal, juros, tarifas, seguros e eventuais encargos de atraso. Sem essa fotografia inicial, fica difícil saber o que mudou e qual será o custo total do novo compromisso.
Compare o custo total, não apenas a parcela
Alongar o prazo pode reduzir o valor mensal e, ao mesmo tempo, aumentar o total pago. Por isso, compare taxa de juros, Custo Efetivo Total, número de parcelas, valor final, data de vencimento e consequências de um novo atraso.
Verifique ainda se a proposta mantém, amplia ou substitui garantias, inclui novos produtos e reúne contratos diferentes em uma única operação. Toda condição relevante deve constar de documento que possa ser lido com calma.
Registre a negociação e avalie alternativas
Guarde protocolos, mensagens, boletos e versões da proposta. Segundo o Banco Central, as condições de renegociação dependem dos critérios da instituição financeira; se houver dificuldade, o consumidor pode procurar os canais de atendimento, o SAC e a ouvidoria da instituição.
Dependendo do tipo de operação, a portabilidade de crédito ou uma composição com entrada e prazo diferentes pode ser comparada. Se houver cobrança judicial, garantia de veículo ou imóvel, ou dúvida sobre a regularidade dos encargos, a análise jurídica deve ocorrer antes da assinatura.